Vivemos
tempos complicados na comunicação social e cada vez mais se sente que o seu
papel constitucional está contaminado. As redacções encurtam-se, os jornalistas
empobrecem, a informação está cada vez mais centralizada. E por tudo isto, e
porque os problemas já vão surgindo em cada redacção, a unidade dos jornalistas
é algo que se tornará imprescindível nos próximos tempos. Até agora não foi
possível construir essa unidade, nem se debateu ainda essa urgência. Mas num
momento como este, pode ser bastante útil que haja a maior diversidade de
opiniões dentro do próprio Sindicato dos Jornalistas. E que essa unidade se
faça, fazendo qualquer coisa. Por isso, voto lista A para o Conselho Geral e
para o Conselho Deontológico.
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Eu não conheço todos os integrantes da lista A. Mas, conheço alguns: Martins Morim, Alfredo Maia, Anabela Fino, entre outros. E isso já ...
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Camaradas, É já depois de amanhã a votação presencial para os órgãos do Sindicato dos Jornalistas, acto maior na vida da nossa orga...
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Porque o jornalismo em Portugal morreu e ainda ninguém lhe comunicou o óbito. Porque o corpo está entregue a unidades de neurocrítico...

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